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Ferro

 A Idade do Ferro refere-se ao período em que ocorreu a metalurgia do ferro. Este metal é superior ao bronze em relação à dureza e abundância de jazidas.

A Idade do Ferro vem caracterizada pela utilização do ferro como metal, utilização importada do Oriente através da emigração de tribos indo-europeias (Celtas), que a partir de 1.200a.C. começaram a chegar a Europa Ocidental, e o seu período alcança até a época romana e na Escandinávia até a época dos vikings (por volta do ano 1.000 d.C).

 A Idade do Ferro é o último dos três principais períodos no Sistema de Três Idades, utilizado para classificar as sociedades pré-históricas, sendo precedido pela Idade do Bronze. A data de início, duração e contexto varia de acordo com a região estudada. O primeiro surgimento conhecido de sociedades com nível cultural e tecnológico correspondente à Idade do Ferro se dá no século XII a.C. em diversos locais: no Oriente Próximo, na Índia antiga, com a civilização védica e na Europa, durante a Idade das Trevas grega.

 Em outras regiões europeias, o início da Idade do Ferro foi bastante posterior, não tendo se desenvolvido na Europa Central até século VIII a.C., até o século VI a.c. no norte da Europa. Na África o primeiro exponente conhecido do uso do ferro pela fundição e forja se dá na cultura Nok, na atual Nigéria, por volta do século XI a.C. Porém acredita-se que o ferro meteorítico, uma liga de ferro-níquel, já fosse usado por diversos povos antigos milhares de anos antes da Idade do Ferro, já que sendo nativo no seu estado metálico, não necessitava a extração e fusão do mineral.

 

Alumínio

 O alumínio, apesar de ser o terceiro elemento mais abundante na crosta terrestre, é o metal mais jovem usado em escala industrial.

O alumínio foi descoberto por Sir Humphrey Davy em 1809, mas foi isolado pela primeira vez em 1825 por Hans Christina Oersted.

No ano de 1886, os cientistas Charles Martin Hall (EUA), e Paul Héroult (França), inventaram quase que simultaneamente, um processo de redução de alumínio por meio de corrente elétrica. O processo de eletrólise ficou conhecido como HALL-HERÓULT, sendo utilizado até hoje.

Neste período, com seu custo de produção elevado, o alumínio era considerado um metal semiprecioso, e suas aplicações se limitavam a trabalhos luxuosos como estatuetas e placas comemorativas.

No final do séc. XIX, com o aumento da produção e preços menores, o alumínio comercialmente puro também passou a ser utilizados em utensílios de cozinhas. Entretanto, a resistência limitada do metal comercialmente puro, restringia sua aplicação na indústria metalúrgica, o que impedia a expansão em larga escala deste metal.

As indústrias de alumínio, no início do séc.XX, focando em melhorias na restrição existente da aplicação de alumínio, começaram a desenvolver e produzir ligas de alumínio com propriedades mecânicas elevadas, atendendo as características exigidas pelos processos metalúrgicos fundamentais.

A variedade de aplicações do alumínio está relacionada com suas características físico-químicas, com destaque para seu baixo peso específico, comparado com outros metais de grande consumo, resistência à corrosão e alta condutibilidade elétrica e térmica. Essas propriedades são fundamentais para as indústrias na diversificação de produtos e na criação de soluções para outros mercados em constante evolução como o setor automotivo e da construção civil, por exemplo.

Hoje, o grande aumento no consumo de alumínio é a prova do que este metal significa na indústria moderna. Ele já é o mais importante dos metais não ferrosos, e sua produção atual supera a soma de todos os outros metais não ferrosos.

 

Inox

Em 1907, o inglês Harry Brearley, trabalhava em um laboratório para as companhias de aço da cidade de Sheffield. Os fabricantes de armas haviam pedido que ele criasse uma liga mais resistente ao desgaste, pois o interior dos canos das armas se esfarelava com a explosão interna dos gases. Brearley misturou metais em diversas doses até notar que uma certa liga não sofria corrosão por oxigênio, ou seja, não enferrujava. O objetivo dele não era criar um aço com essa característica, mas o pesquisador achou aquilo intrigante e mudou os rumos da sua experiência. Finalmente, ele chegou à combinação de aço com 12% de cromo, liga que enferrujava muito mais lentamente que o aço comum – que, por sua vez, nada mais é que um ferro purificado e mais resistente. Os átomos de cromo, assim como os de ferro, se oxidam em contato com o ar.

Mas o óxido de cromo forma uma espécie de filme finíssimo e invisível em torno do objeto que reveste, impedindo que as camadas de dentro se oxidem também. Os aços inoxidáveis de hoje ainda têm outros metais em sua composição, como o níquel, e são produzidos em diversas composições de dureza e maleabilidade para os mais diversos usos.

 

Fontes: Wikipédia.

 

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